Resiliência

“Jaime e as bolotas”, de Tim Bowley ensina que, se formos persistentes e aceitarmos os contratempos com bonomia, acabamos por triunfar. Ouvimos a história, praticámos, respirámos e relaxámos.

Semear

O outono é tempo de semear e tudo “Começa numa semente”. O livro de Laura Knowles fala dos ciclos da natureza e a partir dele explorámos a postura da semente, da árvore e dos animais que lá se abrigam. Dramatizámos a canção “Semente, sementinha”, de Joel Canhão e o mantra “sa-re-sa-sa”. Respiráramos e relaxámos.

Semana do animal

Festejámos a semana no animal a partir do livro “Era uma vez um cão”, de Adélia Carvalho. As posturas do cão, do elefante, da cobra, do leão…são clássicas no ioga e integram as personagens da divertida história. Treinámos a respiração abdominal fazendo baloiçar o nosso peluche bicho na barriga e relaxámos.

Com convidados especiais

Em articulação com as educadoras titulares das turmas foram convidadas mães de alunos a dar um contributo às aulas de ioga, o que obteve ressonância e foi muito positivo, pois várias pessoas trabalham o tema à sua maneira. Aprendemos massagens, usámos óleos essenciais e treinamos jogos muito interessantes. Uma experiência a repetir.

Filosofando

O livro “A grande questão” de Wolf Erlbruch põe-nos a pensar no sentido da existência e no nosso papel no mundo…nunca é cedo para se começar com as grandes questões, de forma lúdica e divertida.

Há vida na terra

“As crianças das raízes”, de Sibylle von Olfers (1881-1916) aborda o ciclo das estações do ano e da fulgurante vida no solo. É uma metáfora da pujante micro, meso e macrofauna que permita que haja vida na terra e urge cultivar respeito por esse trabalho silencioso e imprescindível.

Rir é ioga

A hilariante história “Cocozinho”, de deu o mote a uma sessão de ioga do riso muito divertida. Respirámos com risadas, fizemos posturas a rir, dançámos e só o relaxamento foi tranquilo.

Transformação

Tudo se transforma, como bem testemunha a história “A lagartinha muito comilona”, de Eric Carle. Vivemos as posturas da história, dançámos “nhoc, nhoc, nhoc, come muito a lagarta” e treinámos o sopro a empurrar lagartinhas para as folhas da mandala. Foi divertido.

Noivas de maio

A divertida história “A Carochinha e o João Ratão”, versão da Luísa Ducla Soares da tradicional história da Carochinha é hilariante e convida a executar muitas posturas de animais à moda do ioga. Tem um final feliz e acaba com um baile…então dançámos “Já hoje comi tremoços”, também uma moda de roda tradicional. Ainda houve massagens e relaxamento, para finalizar em beleza.

Mães mágicas

Perto do “dia da mãe” trabalhámos a história “Quando a mãe grita”, de Jutta Bauer. As mães desfazem, refazem, fazem o melhor que podem, pois são humanas. Explorámos movimentos relacionados com a história, respirámos e relaxámos.