A história “Sol”, de Maria Algarvia introduziu a “saudação ao sol” e fez a ponte para o verão de S. Martinho. Exercícios com a taça tibetana.

Owen, Kevin Henkes
A história “Sol”, de Maria Algarvia introduziu a “saudação ao sol” e fez a ponte para o verão de S. Martinho. Exercícios com a taça tibetana.

Afinal para que serve o ioga? Míriam Raventós explica no livro “Ioga”, que explorámos, contextualizando com uma “country box” Montessori sobre a Índia, A origem do ioga, posturas, respiração, mantra Om Namo Narayanaya. Relaxamento.

Esconjurar os medos com o ioga do riso a partir do livro “Era uma vez a Bublina”, de Manuela Bacelar: riso da bruxa, riso do fantasma, riso do esqueleto… Dramatização da canção “Eu conheço uma bruxa”. Muita diversão, respiração e relaxamento.

“Jaime e as bolotas”, de Tim Bowley ensina que, se formos persistentes e aceitarmos os contratempos com bonomia, acabamos por triunfar. Ouvimos a história, praticámos, respirámos e relaxámos.

O outono é tempo de semear e tudo “Começa numa semente”. O livro de Laura Knowles fala dos ciclos da natureza e a partir dele explorámos a postura da semente, da árvore e dos animais que lá se abrigam. Dramatizámos a canção “Semente, sementinha”, de Joel Canhão e o mantra “sa-re-sa-sa”. Respiráramos e relaxámos.

Festejámos a semana no animal a partir do livro “Era uma vez um cão”, de Adélia Carvalho. As posturas do cão, do elefante, da cobra, do leão…são clássicas no ioga e integram as personagens da divertida história. Treinámos a respiração abdominal fazendo baloiçar o nosso peluche bicho na barriga e relaxámos.

Em articulação com as educadoras titulares das turmas foram convidadas mães de alunos a dar um contributo às aulas de ioga, o que obteve ressonância e foi muito positivo, pois várias pessoas trabalham o tema à sua maneira. Aprendemos massagens, usámos óleos essenciais e treinamos jogos muito interessantes. Uma experiência a repetir.

O livro “A grande questão” de Wolf Erlbruch põe-nos a pensar no sentido da existência e no nosso papel no mundo…nunca é cedo para se começar com as grandes questões, de forma lúdica e divertida.

“As crianças das raízes”, de Sibylle von Olfers (1881-1916) aborda o ciclo das estações do ano e da fulgurante vida no solo. É uma metáfora da pujante micro, meso e macrofauna que permita que haja vida na terra e urge cultivar respeito por esse trabalho silencioso e imprescindível.

A hilariante história “Cocozinho”, de deu o mote a uma sessão de ioga do riso muito divertida. Respirámos com risadas, fizemos posturas a rir, dançámos e só o relaxamento foi tranquilo.
