Com convidados especiais

Em articulação com as educadoras titulares das turmas foram convidadas mães de alunos a dar um contributo às aulas de ioga, o que obteve ressonância e foi muito positivo, pois várias pessoas trabalham o tema à sua maneira. Aprendemos massagens, usámos óleos essenciais e treinamos jogos muito interessantes. Uma experiência a repetir.

Filosofando

O livro “A grande questão” de Wolf Erlbruch põe-nos a pensar no sentido da existência e no nosso papel no mundo…nunca é cedo para se começar com as grandes questões, de forma lúdica e divertida.

Há vida na terra

“As crianças das raízes”, de Sibylle von Olfers (1881-1916) aborda o ciclo das estações do ano e da fulgurante vida no solo. É uma metáfora da pujante micro, meso e macrofauna que permita que haja vida na terra e urge cultivar respeito por esse trabalho silencioso e imprescindível.

Rir é ioga

A hilariante história “Cocozinho”, de deu o mote a uma sessão de ioga do riso muito divertida. Respirámos com risadas, fizemos posturas a rir, dançámos e só o relaxamento foi tranquilo.

Transformação

Tudo se transforma, como bem testemunha a história “A lagartinha muito comilona”, de Eric Carle. Vivemos as posturas da história, dançámos “nhoc, nhoc, nhoc, come muito a lagarta” e treinámos o sopro a empurrar lagartinhas para as folhas da mandala. Foi divertido.

Noivas de maio

A divertida história “A Carochinha e o João Ratão”, versão da Luísa Ducla Soares da tradicional história da Carochinha é hilariante e convida a executar muitas posturas de animais à moda do ioga. Tem um final feliz e acaba com um baile…então dançámos “Já hoje comi tremoços”, também uma moda de roda tradicional. Ainda houve massagens e relaxamento, para finalizar em beleza.

Mães mágicas

Perto do “dia da mãe” trabalhámos a história “Quando a mãe grita”, de Jutta Bauer. As mães desfazem, refazem, fazem o melhor que podem, pois são humanas. Explorámos movimentos relacionados com a história, respirámos e relaxámos.

Todo o cuidado é pouco

Iniciámos o 3º Período com a história “Cuida bem de mim”, de Maria Inês Almeida, editada pela Comissão Nacional da CPCJ, visando a prevenção dos maus tratos infantis. Foi feita uma leitura a 2 vozes, praticadas as posturas de yoga correspondentes aos personagens e para animar, dançámos como os pinguins, demos abraços e mimos. Respirámos e relaxámos.

A Páscoa e os ovos

Símbolos de fertilidade pagãos juntam-se alegremente aos festejos cristãos e o livro “Oh, não”, de Rotraut Susanne Berner trata de galinhas, uma pessimista e outra otimista. Claro, põem ovos e fazem piqueniques na primavera. O otimismo é contagioso.

As avós

O livro “A mata da avó Luísa”, de Maria Sousa, tem uma belíssima ilustração e ensina a confiar as pessoas que nos amam. Fizemos o reconto da história com posturas alusivas e uma massagem a pares com bambu. Respirámos e relaxámos.