Festejámos o Dia dos Solos com a equipa de saúde ambiental da ULS de Mira: houve fantoches que contaram que poluir o habitat dos bichinhos da terra nos ameaça também, porque o solo é casa de todos. Movimentámo-nos, respirámos e relaxámos.


Festejámos o Dia dos Solos com a equipa de saúde ambiental da ULS de Mira: houve fantoches que contaram que poluir o habitat dos bichinhos da terra nos ameaça também, porque o solo é casa de todos. Movimentámo-nos, respirámos e relaxámos.

Lembrámos a “semana dos solos” com a equipa de saúde ambiental da ULS de Mira. Ouvimos uma história com fantoches, brincámos às minhocas e às toupeiras, coreografamos a música “proteger a natureza”, respirámos e relaxámos.

A história “O nabo gigante”, de Alexis Tolstoi, foi contada com ajuda de uma delicada manta de histórias e motivou para o jogo tradicional do “arranca nabo”. Fizemos muitas respirações e relaxámos.

Sessões ioguinis conduzidas pelo “Yoga Bunny” de Brian Russo: posturas clássicas, respiração e relaxamento.

Aprendemos com “Xiquinho o jacaré” e a higienista da ULS a promover a saúde oral. Respiramos e relaxamos.

“O camelo, o burro e a água” mostraram como poupar água potável é importante. Ouvimos a história, exercitámos as posturas correspondentes, fizemos um jogo sobre boas e más práticas no uso da água, dançámos e relaxamos com a equipa da ULS do Centro de Saúde de Mira.

“Xiquinho o jacaré” gosta de doces e esquiva-se a lavar os dentes. Com a higienista do CSM dramatizamos a história com posturas de ioga e fizemos muitos jogos para promover a saúde oral. Respiramos e relaxamos

Comemorámos a semana da alimentação com uma sessão especial de fantoches “frescos”, jogos divertidos e relaxamento.

“Quem és tu amigo fresco?” um diálogo criado e interpretado pela equipa da Saúde Ambiental do CSM foi o “prato forte” das sessões “literacia do Ser” sobre a alimentação. Ainda dramatizámos a música “hora de comer” do Panda e os caricas, passámos os “frescos” de pés em pés e enrolámos a dinâmica do crepe saudável. Respirámos e relaxámos.

“Jaime e as bolotas”, de Tim Bowley conduziu-nos aos frutos do outono e à generosidade da natureza. Ouvimos a história, ensaiamos posturas, observámos, contruímos uma mandala colorida, respirámos e relaxámos.
